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Aimê Reis estreia como dramaturga e autora em espetáculo sobre feridas crônicas de infância

A Porta Aberta” conta a história de Hellen, uma jovem que perdeu os pais em um violento assassinato, e que desde então nutre um desejo de vingança. Com isso a jovem decide investigar o caso e aproxima-se propositalmente do suposto assassino, Fernando.


Aimê Reis estreia como dramaturga e autora em espetáculo sobre feridas crônicas de uma infância disfuncional
Imagem: Filipe Miller

Nesta montagem, a ordem cronológica dos fatos é dissolvida, e o público vai acompanhando o desenrolar do caso através de memórias de ambos os personagens. A utilização de flashbacks é o que dá a tensão para esse drama.


Na visão da autora, o texto busca representar a versão de cada um dos personagens ao enredo, envolvendo o público, que anseia pelo desfecho. Mas mais do que isso, a sua intenção é colocar uma luz sobre a urgência em observar as consequências que traumas de infância têm na vida adulta das crianças.


No cenário, molduras sem imagens estabelecem um vínculo de imaginação para com quem assiste, é uma forma de composição que busca deixar aberto o vínculo entre platéia e palco.


Com temporada no Teatro Ruth Escobar, o espetáculo fica em cartaz todas as quintas feiras às 21h até o dia 28 de setembro. E os ingressos já estão disponíveis na bilheteria ou pelo site do espaço.


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